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Estamos
tão habituados a formular nossos pensamentos conforme os elementos do
ambiente que nos cerca que jamais admitiremos um mundo completamente
diferente do nosso mundo; da mesma forma os nossos cientistas não admitirão,
jamais, uma ciência e uma civilização completamente diferente da ciência
que eles inventaram. No entanto, para aceitarmos o fenômeno Atlântida, uma
onda evolutiva que atingiu seu apogeu, esse estado que precede a
"queda", mergulhando em seguida no fundo do oceano, necessário se
torna que procuremos raciocinar diferentemente do mod o geral. É necessário
que aceitemos o desafio que fascina a mente, mas repugna, embora
aprioristicamente, a razão. Uma civilização existiu, foi superior à
nossa civilização contemporânea, e depois desapareceu tragada no dilúvio.
A vaidade do homem de ciência não lhe permite aceitar a dura perspectiva
de que tenha havido uma tecnologia superior a essa que ele manipula
orgulhosamente. E é exatamente o místico científico, despido de
preconceitos e disposto a não desprezar nem a mais insignificante
possibilidade de vaidade, no acontecimento mais singelo, quem vai ajudar a
esse mesmo cientista, descerrando o denso véu que enche de sombras as
noites do passado. Mas o místico também é um cientista! Ele possui grande
vantagem de poder "ler" nas páginas misteriosas do "Livro
que não foi escrito". Mas deseja também falar ao intelecto. Por isso
empunha também a ferramenta do sábio e se lança no campo da pesquisa.
Quem construiu a Grande Pirâmide de Quéops? Foi esse vaidoso faraó,
possivelmente para guardar-lhe o precioso tesouro que lhe serviria no
"Mundo do Mais Além"...
Quem construiu a Esfinge? Possivelmente um contemporâneo do faraó. Quais
os matemáticos que ensinaram aos caldeus, aos maias e quichês, e aos próprios
egípcios uma astronomia que somente foi possível para nós após
sofisticados aparelhos modernos de medições trigonométricas? O calendário
daqueles povos era tão avançado que diferia apenas em frações decimais
do Tempo Sideral. Como conseguiram compreender esses trânsitos e que tipo
de aparelho usaram nessas medições? Quais arquitetos teriam planejado, que
construtores teriam movimentado os sete milhões de toneladas de blocos de
pedra que compõem a Grande Pirâmide, unidos de tal forma que não há
entre eles espaço para uma folha de papel? Quem e por que teriam embutido
aos números da Grande Pirâmide, o número "PI" que resulta da
divisão da extensão do perímetro da base por duas vezes a altura e
teremos o número de "PI" igual a 3,14,1517999, muito mais
precisos do que encontram os nossos matemáticos modernos...
A busca da "quadratura do círculo"?
Ou esses matemáticos
seriam oriundos da Atlântida, conforme falam algumas lendas? Seriam eles
responsáveis por tão extraordinários eventos?
A
altura da pirâmide é igual a um milhão de vezes a distância média da
Terra ao Sol.
A
linha geodésica que passa pelo meridiano da Grande Pirâmide divide as
terras continentais do planeta em duas partes iguais.
A pesquisa não pára, a
busca continua...
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